O corpo que pensa: por que dançar também é filosofar?
Nem todo pensamento nasce de uma ideia. Às vezes, ele emerge de um gesto.Na dança, sobretudo na dança contemporânea, o corpo não é um simples executante. Ele propõe questões, tensiona certezas, habita paradoxos. É possível ver, por exemplo, uma coreografia que não busca beleza nem simetria — e, ainda assim, nos captura. Por quê? Porque…
